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24

nov/2014
7 maneiras de usar a luz para tornar a arquitetura mais sustentável
Um projeto de iluminação sustentável oferece conforto e benefícios ambientais

 Embora a luz do dia ofereça uma fonte de iluminação gratuita, para a maioria dos espaços a quantidade e a duração da luz solar não é suficiente, fazendo com que a iluminação elétrica se torne necessária, mesmo durante o dia. Focar na sustentabilidade torna-se essencial para minimizar o consumo de energia e melhorar a qualidade de vida. Embora a eficiência tenha aumentado significativamente com a tecnologia LED, a iluminação elétrica ainda é amplamente utilizada. Muitas vezes, o desejo por renovações ou novas aplicações anda junto com uma maior quantidade de iluminação, ao invés de encontrar uma melhor qualidade com a quantidade adequada de energia.


1. Escolha uma fonte de energia eficiente
A busca pela iluminação eficiente começa com a fonte de luz mais adequada, e sua eficiência lumínica é um indicador chave. Quanto maior for a intensidade da luz visível em relação à energia consumida, mais eficiente será a sua fonte de luz. As lâmpadas incandescentes, por emitirem uma grande quantidade de radiação infravermelha, apresentam baixa eficiência lumínica.


2. Escolha luminárias eficientes e adequadas
O sistema óptico dentro de uma luminária deve possuir um perda mínima de luz, a fim de obter uma grande quantidade de irradiação. No entanto, uma taxa de emissão de luz elevada é muitas vezes acompanhada por um conforto visual inferior. O justo equilíbrio entre eficiência e conforto visual é crucial para alcançar soluções de iluminação sustentáveis.


3. Desligar as luzes quando não forem necessárias
Um pequeno gesto, mas muito eficaz, para melhorar a sustentabilidade é desligar a iluminação quando ela não é necessária. E, se for necessário apenas um baixo nível de luz geral, a iluminação poderia ser regulada para um nível mínimo, a fim de economizar energia.


4. Incluir controle de iluminação inteligente
Sensores combinados com sistemas de controle de iluminação garantem uma economia automática considerável de energia. Durante o dia, os sensores de luz podem levar a iluminação natural em consideração para reduzir a iluminação artificial. Com a ajuda de detectores de presença, as áreas pouco frequentadas como corredores, áreas ao ar livre à noite ou escritórios vagos podem ser reguladas à um nível mínimo ou desligadas quando não forem necessárias.


5. Criar áreas individuais para atividades programadas
Uma enorme quantidade de energia é desperdiçada devido aos altos níveis uniformes de iluminância que obedecem a inúmeras exigências. Definir zonas funcionais dentro de grandes espaços e analisar individualmente as atividades programadas neles gera um enorme potencial para a redução de energia elétrica. Por exemplo, definir as áreas mais e menos importantes é uma prática benéfica.


6. Trabalhar com superfícies interiores reflexivas
Planeje as suas superfícies interiores com alta refletância para aumentar a reflexão da luz no espaço, mas tome cuidado com superfícies muito brilhantes, que podem causar ofuscamento. O melhor é utilizar cores claras e foscas para melhorar o conforto visual. Para dar a impressão de uma sala iluminada, é preciso manter afastadas as superfícies escuras. 


7. Evite ofuscamento e "vazamento" de luz
O ofuscamento interfere significativamente nas tarefas visuais e na criação de um ambiente agradável. O fuscamento direto vem de luminárias, enquanto o brilho indireto surge das reflexões sobre as superfícies. Especificamente, luminárias com feixes obtusos ou não definidos podem causar situações críticas de brilho. Nesta situação, vários feixes pequenos poderiam criar um conforto visual muito maior do que alguns projetores de feixe largo.


 

Fonte4: Arch Daily 


 

 

 

 

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